Próximo do Fim

Olá irmãos,

Seguindo os princípios do último post que publiquei aqui, (Uma Visão do Trono Branco) segue abaixo mais um dos testemunhos das visões sobre as quais tenho lido ultimamente e que considero de significativa validade.

Tenho algo em minha mente já a algum tempo que o reino milenar de Jesus representaria uma espécie de “milênio do descanso”, ou seja, assim como na criação Deus trabalhou seis dias e descansou no sétimo, tendo-o santificado; assim também sua obra de redenção desde a queda do homem até a subjugação final desse mundo ao Ungido são 6 mil anos, sendo o sétimo milênio o reino de Jesus o Ungido sobre este mundo e portanto um período de descanso sabático.

Assim sendo, estaríamos chegando próximos ao fim do período em que Satanás é o príncipe desse mundo, e que o Filho de Deus, o legitimo príncipe e Rei retome o domínio que lhe é por direito.

Contamos assim: de Adão a Jesus são 4 mil anos, de Jesus até nossos dias mais 2 mil. Porém, como sabermos ao certo quando se conclui esse 6º milênio, alguns irão dizer que não é possível saber nada disso e que Jesus disse que nem mesmo ele sabia mas que somente o Pai sabia. Sim, é verdade que Jesus disse que só o Pai sabia, mas o que ele disse que só o Pai sabia era o “dia e a hora”; (Mt 24:36, Mc13:32) o que significa que podemos saber outro tempo aproximado, quem sabe a década? o ano? a estação? a semana? Não que ter exatamente imensa precisão dessas coisas seja algo muito pertinente mas não acredito que seja impossível. Mas também acredito que isso não se dê meramente por qualquer esforço intelectual ou de estudo mas que seja necessário comunhão e revelação de Deus no espírito.

Primeiro é preciso entender qual data devemos tomar como referência. Se você tem algum conhecimento mínimo do evangelho, você vai saber que a data mais importante de toda história é a crucificação e ressurreição de Jesus o Filho de Deus. Ainda que o dia/ano do seu nascimento seja algo maravilhoso, o seu nascimento tinha como objetivo sua crucificação, sendo está a data que devemos tomar como referência em nosso cálculo. Quando olhamos as profecias, como a das 70 semanas de Daniel por exemplo, também podemos ver que o ano da crucificação de Jesus que consiste no tempo correto da “mudança das eras”.

Outro aspecto importante a ser considerado é a identificação que em nossos dias sabemos com relação à data do nascimento de Jesus e consequentemente da sua crucificação, que foram calculados erradamente e que então Jesus teria nascido no ano 3 a.c. e portanto crucificado no ano 30 d.c. (recomendo um blog de cronologia muito bom: https://cronologiadabiblia.wordpress.com/)

Com esses fatos em mente nos é possível calcular o fim do 6º milênio no ano 2030, o que nos faria estarmos bem próximos do fim, algo próximo de 12 anos.

Outra questão é se tal conclusão da era se dará de forma precisa. Eu acredito que sim mas confesso que existe uma possibilidade de que haja alguma margem de variação. Mas certamente se houver não é grande. Assim como o tempo da colheita de qualquer fruto tem uma variação possível.

Bem, sabendo que o dia do Senhor se aproxima, peço que leia o texto das revelações dadas as crianças de Adullam com o seu coração voltado para o Senhor e para as glórias eternas daqueles que são fiéis ao Santo.

Em Jesus, seu servo.

Segue trecho abaixo retirado do livro “Visões Além do Véu” de H. A. Baker:

“As crianças viram o dragão, o diabo com sete cabeças. Um menino viu anjos lutando com ele e sete dos seus anjos. O diabo e seus anjos foram vencidos e lançados do céu para a terra.

Os meninos de Adullam viram o super-homem que o mundo está desejando, o grande indivíduo de culto que o budismo, a teosofia, o maometismo e outras religiões esperam. Nele eles viram o diabo encarnado como um homem bonito e forte na beleza e força de um homem jovem.

Eles também tiveram visões da imagem que, no devido tempo, esse Anticristo desafiador de Deus erigirá de acordo com a profecia como um objeto de adoração, a imagem que será capaz de falar e enganar o mundo. Perguntei como eles sabiam que esse bonito homem de poder era o Anticristo. Eles disseram que uma multidão de demônios o seguia por toda parte, obedeciam a todos os seus comandos, avançavam pelas suas palavras e paravam à sua ordem.

Novamente eu perguntei como eles sabiam que este era o Anticristo, e as crianças disseram que os anjos lhes contaram. Já expliquei que, como a João, essas revelações eram dadas por meio de anjos quando as crianças estavam “no Espírito” em um transe e que, como ele, mantiveram conversação com os anjos e por meio desses mensageiros celestiais foi-lhes dito o mistério de muitas coisas das quais não entendiam.

Durante o reinado deste super-homem em seu poder desafiador de Deus, os santos de Deus estavam permanecendo fiéis e dando fiel testemunho, apesar de todas as dificuldades e todos os perigos. Eles viram as duas testemunhas em Jerusalém, e viram os santos, bem como essas duas, dotados de portentoso poder sobrenatural para lutar com e resistir ao poder das trevas naquele tempo terrível, semelhante ao qual nunca houve sobre a terra – o tempo em que o diabo e todos os seus anjos e demônios serão soltos sobre a terra, tendo grande ira, sabendo que seu tempo é curto. Durante esse tempo, quando ninguém, senão um verdadeiro santo cheio do Espírito poderia resistir por um dia contra tal poder satânico e manifestações e milagres satânicos sobrenaturais, as crianças viram os santos cheios do poder sobrenatural maior ainda do seu Deus, o Espírito daquele, que é maior do que “aquele que está no mundo”. Eles tiveram visões de pregarem o evangelho em meio a grande perseguição; mas receberam poder tal que por uma palavra deles, inimigos sucumbiam por pragas ou morte. Este poder pareceu surgir de dentro e saía das suas bocas; com isso eles repreendiam e matavam seus inimigos. Eles estavam exercendo o poder que o Senhor tinha prometido aos seus discípulos, poder para fazer as obras que Ele fez e obras maiores. Em alguns casos, depois de dar um testemunho em uma cidade que os rejeitou e tendo distanciado dela, fogo do céu descia e destruía o perverso local, assim como Sodoma e Gomorra foram varridas. Quando a perseguição era severa, algumas vezes eles foram corporalmente arrebatados pelo Espírito Santo como o foi Filipe e como os profetas supunham que Elias tinha sido (II Reis 2:16). Dessa forma eles foram levados pelo Espírito a um lugar seguro. Em tempo de fome e necessidade de comida, foram supridos milagrosamente – maná, frutas e outros alimentos. Anjos ministraram. Força e ousadia foram concedidas a fim de carregarem um destemido testemunho. Os cristãos tinham poder para falar com línguas nos dialetos de tribos desconhecidas e não-evangelizadas. Quando em visão os meninos ou as meninas estavam então pregando no Espírito, nós mesmos podemos ver como isso poderia ser verdadeiro, pois enquanto um deles pregava às pessoas de um dialeto estranho a quem via diante de si, outro interpretava para ele (I Cor. 14:28). Ambos falavam em outras línguas. Um dizia algumas frases, depois o outro interpretava. Eles estavam pregando para alguns daqueles de todas as tribos e línguas.

João viu um anjo voando no céu com o evangelho eterno para ser pregado a todas as tribos e línguas, pouco antes da queda da Babilônia, a Grande. Ele também viu uma grande multidão que nenhum homem poderia contar, pessoas de todas as tribos e línguas, as quais haviam lavado suas vestes no sangue do Cordeiro e tinham saído da Grande Tribulação. Isto não estaria de acordo com a Escritura que, como as crianças viram nessas visões, o evangelho será pregado novamente sob ministração angélica no poder miraculoso do Espírito Santo de um modo sobrenatural, excedendo em muito o da Igreja primitiva nos dias de sua perseguição? Não poderia ser que o derramar da colheita do Espírito Santo, a chuva serôdia, irá exceder em muito o derramamento do Espírito no tempo da semeadura, a chuva temporã, o derramamento no Dia de Pentecostes?

Na conclusão do testemunho final da igreja mais perfeita e sobrenatural que o mundo já viu, no meio da maior perseguição pela maior concentração de poder demoníaco satânico e poder humano controlado pelo diabo que qualquer era na terra já experimentou, as crianças de Adullam viram o Anticristo, o homem-diabo, o super-homem líder mundial, organizando suas forças para a última guerra mundial da era.

Eles também viram a guerra na esfera espiritual. Nela eles viram um homem num cavalo branco, liderando seu exército de anjos vestidos de branco. Eles também viram um cavaleiro montado em um cavalo vermelho, o cavaleiro vestido em um belo conjunto de cores escuras e seguido por seu exército de demônios em preto.

Algumas visões da guerra na terra também foram vistas. Crianças viram navios de guerra destruídos por bombas lançadas de aviões, e viram os navios com todos a bordo entrar em seu túmulo de água para não mais serem vistos. Exércitos foram vistos reunidos de toda a terra, envolvidos na grande e terrível luta. As crianças assistiram a terrível batalha. Gás venenoso e instrumentos mortíferos de guerra mataram suas vítimas em números incontáveis. A princípio os mortos foram enterrados, mas depois, a matança sendo muita não podiam ser atendidos, foram amontoados em montes ou deixados para apodrecer como estrume sobre a face da terra, como predito pelo profeta.”

Continua em Próximo do Fim -Parte 2

Uma Visão do Trono Branco

Olá irmãos,

Tenho a algum tempo lido livros realmente singulares de um irmão de nome Harold Armstrong Baker (principalmente). Este irmão foi um enviado pelo Senhor à China por causa do evangelho em 1919. Lá, um dos seus trabalhos consistia no cuidado de órfãos. As crianças desse orfanato pelo qual era responsável tiveram, inesperadamente para ele, experiências um tanto quanto extraordinárias, as quais ele conta em um livro de sua autoria de nome “Visões Além do Véu”.

As crianças do orfanato obtiveram revelações sobre as coisas invisíveis, o mundo espiritual; passaram a ver o que acontecia no mundo espiritual e contaram o que viram. Muitas, de forma semelhante a João ou Paulo, foram arrebatadas em espírito, de modo que visitaram o céu e o inferno/hades.

De fato isso não são exatamente acontecimentos corriqueiros né rs. Por isso mesmo afirmei serem experiências extraordinárias.

Baker foi um homem zeloso pela obra de Deus, e conforme explica no livro “Visões Além do Véu” tais acontecimentos foram totalmente inesperados para ele e sua esposa. Penso que a maneira como tudo ocorreu não lhe permitiu negar a devida realidade experienciada pelas crianças chinesas. 

Após ter testemunhado diante de si a experiência, e o fruto que ela produziu na vida das crianças; Baker começou a estar aberto a possíveis experiências semelhantes ao redor do mundo, e de fato passou a estar em contato, ou ler sobre,  com diversas testemunhas as quais relatavam suas revelações, com notável semelhança nos detalhes descritos entre elas.

Dessa maneira, após Baker ter reunido um bom número de relatos dessas diversas testemunhas passou a escrever outros livros, nos quais busca transmitir de modo geral o testemunho do que esses diversos irmãos e irmãs ao redor do mundo viram e ouviram.

Da minha parte tenho crido que tais experiências, as que produziram frutos reais de santidade, são verdadeiras. Não apenas pelo resultado factual delas; a impossibilidade de que uma variedade tão grande de pessoas, das quais uma boa parte não conhecia nada sobre o assunto de céu e inferno e sobre a bíblia, correspondessem seus relatos em descrições muito semelhantes em seus detalhes; sua não contradição às Escrituras; mas principalmente por serem coerentes com as revelações de Deus ao meu coração por meio do Espírito.

Assim sendo, tive vontade de traduzir e postar aqui um pequeno trecho de uma visão de uma das testemunhas a respeito do Juízo Final. Em específico penso ser de grande importância e alerta às pessoas que estando tão próximas, e tendo diversas vezes ouvido a palavra de Deus; nunca de fato a receberam em seus corações de modo que ela germinasse e produzisse a vida eterna de Deus. Como na visão abaixo, há muitas pessoas com semelhante mente ao questionamento feito. Pessoas que tem uma vida bem decente nos termos desse mundo, e que obterão uma amarga surpresa, quando descobrirem que toda sua decência e boas obras nesse mundo já lhe conferiram a recompensa buscada, mas que no fim será de uma inutilidade tal, que estarão perdidos para sempre.

Quem sabe você possa ser uma pessoa assim, apenas lhe peço que não seja negligente a esse texto, não há nada para a sua existência mais infinitamente importante do que isso. Muito em breve esse dia (do juízo) irá chegar e então já não haverá mais oportunidades. A Bíblia diz que hoje é o dia da Salvação. Não deixe para amanhã, busque o reino de Deus até que você tenha absoluta certeza de que você terá um lugar em sua “mesa”, e que não será lançado fora para o lago de fogo.

 

Jesus fala sobre esse julgamento final em Mateus 25:31-46 e João descreve o que viu em Revelação/Apocalipse 20:11-15.

Ao fim do post colocarei links para quem quiser obter/ler os livros que li em pdf. Infelizmente tenho-os somente em inglês.

 

Segue o trecho do livro “Plains of Glory and Gloom” (Planícies de Glória e Escuridão) de H. A. Baker, páginas 54 a 57:

“De acordo com uma notável visão, o próprio Cristo no Grande Trono Branco, não fala pessoalmente a cada indivíduo, mas há um grande número de tronos brancos no Paraíso fora da Nova Jerusalém na expansiva planície que se estende a partir dos portões da Cidade Santa. Esses tronos são todos uma parte do trono branco de Jesus, e aqueles que se assentam como juízes sobre esses tronos são homens redimidos da terra, agora maduros santos, agindo como Seus representantes. Eles são qualificados por uma longa experiência a fim de cumprir as Escrituras: “Os santos julgarão o mundo” (1 Coríntios 6:2), e eles serão “feitos reis e sacerdotes para Deus – e de Cristo, e reinarão com ele.” (Revelação/Apocalipse 1:6; 20:6)

Sundar Singh fala de dois julgamentos, sendo o primeiro um julgamento “interno” no qual o indivíduo julga a si mesmo à reveladora luz do Espírito Santo. O outro julgamento é o julgamento final do qual Sundar Singh diz: “O último julgamento será uma proclamação do resultado final, quando todo verdadeiro servo de Deus será exaltado perante toda a criação.”

“Uma visão desta proclamação do resultado final”, como visto por outra testemunha, é a seguinte: “Em grandes intervalos, até onde pude ver, e estendendo-se em linha reta para trás a partir da brilhante muralha de pedras preciosas (da Nova Jerusalém), estavam muitos palácios cintilantes de ouro e prata, os quais eram adornados com pedras preciosas, e maiores em diversidade do que a terra jamais produziu.”

“Entrando e saindo dos lados e extremidades, e dos topos desses palácios havia seres vivos em formas como a minha e com os semblantes dando todo tipo de expressão concebível. De alguns, os rostos eram iluminados com inexprimível alegria; outros estavam com uma aparência calma e pacífica; outros pareciam ansiosos; outros duvidosos e não poucos a imagem do desespero.”

Dos seres que entravam nos palácios, ele disse: “Todos os que estavam à direita carregavam as marcas de uma vida santificada, de experimentarem o resultado de trabalho e coragem em batalhar vitoriosamente pela verdade; enquanto os da esquerda traziam evidências de uma vida despendida em meio a oportunidades negligenciadas, não tendo conquistado uma vitória para Deus nem para o homem.”

O anjo então o levou para dentro de um desses “palácios”, ou, na realidade, Salões de Julgamento. Concernente a isso, ele diz:

“Lá, eu vi um grande Salão de Julgamento. Na extensão, era tão grande quanto muitos dos maiores edifícios da terra colocados juntos. No centro dele havia um trono deslumbrante, do mais puro branco, sobre o qual havia valiosos, belos e caros revestimentos de cetim ou veludo, por assim dizer, e outros materiais.”

“Sobre o brilhante trono no Salão de Julgamento sentou-se um Sumo Sacerdote vestido de branco cujo rosto resplandecia com todas as santas características, qual um residente celestial, por gerações na presença do Santo Pai, Santo Filho e Santo Espírito, e os santos anjos e os redimidos poderia desenvolver dentro de si.”

“Antes do Sacerdote Real estar lá, de cada lado, pessoas de todo tipo e língua e nação, de toda posição, riqueza e sabedoria, e de todo padrão moral e imoral concebível. Ali, havia variações na dignidade moral, desde os mais maduros dos santos, que sempre alegraram o coração de Deus e do homem, até aos mais vis dos pecadores que sempre entregaram-se ao domínio de Satanás.”

“O Sacerdote Real me concedeu um assento à sua direita em seu trono, dizendo: ‘Meu irmão, filho do Altíssimo, você foi trazido para estas fronteiras da Nova Jerusalém para que possa ver algumas das coisas que são, e para que possa escrever sobre essas coisas. Eu sou descendente de alguém de fraco talento assim como você mesmo. Eu não justifico nem condeno ninguém; não dou recompensa nem punição; ou julgo algum homem, porque há um só juiz no céu e na terra, precisamente o Santo Filho, o Justo. Eu torno seus justos e retos julgamentos conhecidos, como o fazem muitos outros, neste e em outros palácios.'”

“E, quando ele terminou de falar, eu vi chegarem até ele, à sua direita e à sua esquerda, os que um dia tinham estado na terra, mas que naquele momento tinham chegado à sua recompensa. Percebi que aqueles à direita não se misturavam com os da esquerda e, embora ambos os lados fizessem esforços para atravessar o grande Salão de Julgamento, ainda assim não podiam. Me perguntei o por que, no Salão de Julgamento, deveria haver um grande abismo entre os da direita e os da esquerda. Eu vi ainda que aqueles do lado direito tinham corpos e semblantes radiantes com luz, ainda que diferentes em intensidade, assim como o esplendor de uma pedra difere da outra em brilho. Vi também que os da esquerda não tinham alegria nem paz para iluminar seus rostos, mas estavam sem esperança.”

“Ao redor do Sacerdote Real havia muitos livros, grandes e pequenos, com nomes sobre eles. Ele disse: ‘Estes livros são os registros das vidas daqueles que chegam diante de mim aqui. Por eles deve cada homem que vem a este julgamento ser julgado de acordo com as obras feitas no corpo. A todo homem é dado a vida eterna conforme ele tenha acreditado e amado e aceitado a verdade, tal como se encontra na Bíblia Sagrada. Sem essa dádiva, nenhum homem pode ver a vida eterna, pois Deus tem imortalidade e, a não ser que Deus habite para sempre no homem, ele não pode ter esta vida. Estes que você vê à esquerda, têm recusado o dom da vida que permanece para sempre e agora estão sem esperança.'”

“Eu vi que ambos, tanto os da direita como os da esquerda vinham e conversavam com o Sacerdote Real e que ele era igualmente gentil com todos e falava em ternura e amor.”

“E um deles chegou até o Sacerdote Real e disse: ‘Percebo que sou rejeitado, assim como estes outros, embora minhas obras foram diferentes das deles!'”

“O Sacerdote Real respondeu: ‘Você tem chegado diante do julgamento confiando em seus próprios méritos, e você deve ser condenado ou justificado pelo verdadeiro registro de sua própria vida. Este, confirma a seu respeito, de que foi recompensado na terra de acordo com as suas obras, e de que você não procurou por vida eterna.'”

“Então o ser disse ao Sacerdote Real: ‘A Bíblia da qual tem falado diz que; de acordo com suas obras o homem deve ser julgado e recompensado. Eu trabalhei fortemente. Eu fui um pai modelo, fornecendo todas as bênçãos para minha casa que eu pude comandar. Nenhum pai foi mais indulgente do que eu. E por tudo isso eu fui abonador por minha generosidade. Muitas vezes me sentei sob o som da palavra pregada, de modo que minha influência deveria estar do lado direito; fiz todas essas boas ações e mais para poder ter recompensa. Eu certamente não posso ser lançado fora como estes que têm sido bêbados, mentirosos e ladrões. Deve haver algum engano – eu não posso ser como estes.'”

“O Sacerdote Real respondeu: ‘Amigo, você não é como estes, mas com estes. Porque, semelhante a estes, em toda a sua vida não buscou ao Senhor, nem a Sua justiça, mas confiou em seus próprios méritos; agora você não pode suportar, mas fica aquém do prêmio eterno, justamente com estes. Nas suas boas ações você foi recompensado e ricamente abençoado na terra. Os homens lhe chamaram de liberal, um doador generoso, um homem social e animado, em muitas coisas um homem modelo do mundo. Seu registro testifica que seus pensamentos foram alegres, e suas expressões e ações indicam felicidade sobre a recompensa de louvor de seus vizinhos e amigos na terra. A recompensa já tem sido sua, de acordo com as ações feitas no corpo. Nós somos salvos através do dom da vida eterna. Somos recompensados de acordo com as nossas obras. Se você tivesse procurado a vida eterna com um décimo da seriedade que trabalhou pela recompensa terrena, agora você teria tido ambas, a vida eterna e a recompensa eterna, pois as suas obras lhe teriam seguido constantemente por toda a eternidade.'”

‘Você não acreditou na Palavra de Deus quando ela declarou, “você precisa nascer de novo”, e agora você precisa morrer porque você não nasceu em uma existência eterna. Sem o novo nascimento, o homem não pode existir eternamente, porque em seu nascimento carnal, ele não recebe nenhum princípio eterno. Somente Deus tem imortalidade. A menos que Deus habite no homem pela vontade do Pai, pelo dom do Santo Filho, na pessoa do Espírito Santo, por um novo e vivo nascimento, ele não pode possuir a vida eterna, porque a vida eterna não habita naturalmente em homem algum. Este novo nascimento resulta de uma união viva da semente do espírito do homem, com o que é do Espírito Santo – o solo da verdade. Precisa haver uma união viva com Aquele que declarou: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.”‘

Seguem os livros desse autor e mais outros dois:
Recomendo ler na ordem abaixo:

H. A. Baker:
Visions Beyond The Veil
Heaven And The Angels
Plains Of Glory And Gloom
Visions Of Other Parts Of The Heanvely City

Sundar Singh (ou relativo a ele):
O Apóstolo Dos Pés Sangrentos (biografia)
Visões do Mundo Espiritual
Aos Pés Do Mestre

Marietta Davis:
Scenes Beyond The Grave